sábado, 30 de abril de 2016

30-04-16

O que é que eu quero para hoje? Deveria começar os meus dias assim, a perguntar o que é que quero. A idealizar e a visualizar. Bem, hoje quero adiantar tudo aquilo que tenho atrasado. Demasiado ambicioso? Veremos, só amanhã poderei dizer. Vamos almoçar à casa dos pais da Marta, por isso também é uma boa forma como é que eu conjugo este tipo de objectivos, que são o pão-nosso de cada dia cá do burgo, com as coisas que surgem e que têm que ser feitas. Se me sentir bem no final do dia, então a prova será superada. 

29-04-16

Acho que tenho a solução. Estou a trabalhar em casa então vou criar pausas, momentos de pausas regulares - aqueles que devem ser feitos para quem está todo o dia em frente ao computador - para fazer exercícios. E já comecei hoje e correu lindamente. Claro que sempre que me apetecer vou dar uma corridinha, mas acho que por agora é um excelente plano.

28-04-16

Incrível como eu continuo sem tempo para fazer tudo o que quero fazer mesmo sem estar empregado. Estou a tentar construir uma rotina de correr todas as manhãs ou pelo menos fazer alguma espécie de exercício, isto sem ter uma hora rigorosa para me levantar, mas acabo sempre por lutar contra a minha vontade de procrastinar. As rotinas e o equilíbrio delicado que tenho que ter com elas para não me aprisionar. De manhã não me apetece fazer, à tarde e à noite sinto-me culpado por não o ter feito. Tenho que encontrar uma solução intermédia.

27-04-16

Acaba precisamente no dia 1 de Maio, e aquilo que posso dizer é que fora algumas sensações peculiares, não notem nada de particularmente diferente. Paz, sinto paz, mas isso, felizmente também já sentia antes. Sinto-me grato, sobretudo, por me sentir acompanhado. Ah, curiosamente ou não, tive uma pessoa interessada numa nova terapia que idealizei para fazer a partir de casa. Por isso também estou extremamente grato. As coisas estão em movimento, só tenho que ir na corrente, deixar-me ir, deixar fluir.

26-04-16

Comecei hoje uma corrente em que visa a ter comigo cinco Arcanjos. A Marta disse logo que vinham oito e que estariam dois em cada divisão da casa. Foi às 23:00 que os recebi e senti grandes arrepios e uma boa sensação de paz. Só por isso já valeu a pena. Uma das coisas que temos que fazer é colocar em papel três desejos. Um para o planeta, para a Mãe Terra, outro para a família e outro para mim. E parece que estou perante o génio da lâmpada em que tenho de escolher três desejos com cuidado e verificar que tenho que deixar sempre algo de fora. Tentar ser geral o suficiente para abranger o máximo que conseguir mas ter medo que não chegue especificamente ao que quero. O que posso querer mais do que acabar com as agressões ao nosso mundo - que também sou responsável pelo meu modo de vida. - paz, saúde, luz e amor para a minha família, e sucesso nesta minha nova fase?

25-04-16

Dia da liberdade. Será que somos assim tão livres como ditava o sonho? Podemos falar e dizer o que queremos, no entanto, não continuamos todos escravos do poder económico. Presos a trabalhos que não queremos ter porque temos pagar as contas daquilo que comprámos e não precisamos verdadeiramente. Este foi um dos motivos pelo qual me despedi. Liberdade. Respirar o doce ar da liberdade. E a liberdade são todos os dias. Para aproveitar, para viver e para sobretudo, lutar por ela. Não só a 25 de Abril.

24-04-16

Esqueci-me de dizer que o melhor dos fins de semana e dos feriados é que acaba por ser também uma pausa para mim. Pode não fazer diferença porque trabalho na mesma, mas é quando estou mais tempo com a Marta, embora agora acabe também por passar mais tempo com ela. Trabalhar a partir de casa é mesmo um sonho tornado realidade. E quantas vezes disse eu mal da minha vida por dizer, pensar, sentir que era um pesadelo tornado realidade. Aquilo que pensamos acontece, aquilo que sentimos acontece. Só temos que escolher bem o que pensamos e sentimos e dizemos. E sonhar. Sonhar grande! 

Por falar nisso, deve estar quase a anunciar que ganhei o concurso de escrita - nem sei se tenho escrito disto aqui, mas foi algo tão natural que nem mencionei isso. Escrevi dois textos infantis para um concurso. O prazo acabou a 22 de Abril, na passada sexta-feira. Queria ter escrito três, mas estes dois são suficientes para ganhar. O anúncio é apenas uma formalidade, o prémio é meu.