Escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever, escrever!
Este é o mantra que tem ecoado na minha cabeça nos últimos tempos. Só se cala quando começo a pensar e é nesse momento em que sinto que o pensar é um travão às coisas acontecerem. O pensar leva ao duvidar, ao por em questão. Não há nada de mal quanto a isso, serve para nos protegermos, para não errarmos, mas neste estágio da evolução, acredito que o pensar seja a morte do sonhar. Quero sonhar, vou sonhar, estou a sonhar em que escrever, escrever, escrever será a minha principal fonte de rendimento e aí, aí vou estar livre para ajudar ainda mais pessoas através das minhas terapias.
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