segunda-feira, 7 de julho de 2014

05-07-2014

O curso foi brutal. Quer dizer, continuo a sentir que não flui tão depressa quanto desejaria mas deu-me imenso prazer em ver a Marta a ver tão bem e a já a conseguir interpretar as coisas. Isto numa altura em que não tivemos praticamente tempo, oportunidade ou sequer vontade para praticar. E tudo fluiu. Seria caso para dizer que caso eu quisesse uma prova do caminho a ser trilhado, ela estava aqui à minha frente, mas eu saberia também de antemão que não seria suficiente. E não é, mas aos poucos sei que a minha evolução tem sido mais gradual, não deixando de me maravilhar com caminho que a Marta tem percorrido, uma evolução brutal. Não terá sido por acaso que eu decidi seguir o impulso de a convidar a partilhar o curso comigo e o talento que ela tem demonstrado para a Leitura de Aura e para a ligação ao divino tem sido fantástica e sobretudo inspiradora. Gostava de ter esta capacidade, e sei que a minha é diferente, mas fico maravilhado com a dela. E por falar nisso, há uma série de ligações que ela fez e que eu tenho me esquecido de contar. Houve uma noite que ela sonhou comigo toda a noite mas antes disso, assim que se deitou, ligou-se à minha alma. Apareceram dois anjos, em forma de desenho que até parecia feito por crianças e nisto, cada um deles, transforma-se mas só via as nossas cabeças em grande e atrás de nós um coração, com o nosso sítio secreto representado. Ela sabe que foi ligação mas foi tão enigmático como um sonho. Eu estava bastante sorridente, feliz e pedi para ela vir comigo, que sorriu e deu-me a mão. Fomos parar à nossa àrvore, onde temos a casa e ficámos a criar como duas crianças às escondidas, com muita diversão. Durante os dias de viagem, ela fartou-se de sonhar comigo, acordava e estava agarrada à almofada, pensando que era eu. O que é certo é que nessa noite, como acho que já disse... não dormi nada.

A outra ligação foi estarmos os dois num jardim com flores gigante, todas brancas e todas maiores que nós. Estavamos contentes, como sempre, e fomos até uma flor, que eu coloquei a mão lá dentro e tirei néctar, provei e dei a provar a ela. Eu disse-lhe que era doce como o nosso amor. Depois seguimos por um caminho de pedras, mas estas eram douradas e prateadas (o que indica protecção espiritual) e adormeceu, não se lembrando mais. Mas creio que foi uma representação do nosso caminho, do que estamos actualmente a trilhar.

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