É bom sentir que somos importantes na vida daqueles que amamos e é bom sentir que temos quem realmente nos ama. A Marta ter surgido nesta altura em que eu dou realmente muita importância a este "pequeno" factor, acredito, cada vez mais, que não é um simples acaso. As coisas que partilhamos um com o outro, que nunca partilhámos com ninguém antes, ou que teríamos algum receio em partilhar, fluem de forma natural e sem medo, sem pressão, sem obrigações. Hoje foi um dia longo e amanhã vai ser um dia intenso, mas tive que vir aqui partilhar tudo para ver se me ajuda a acalmar um pouco também. O dia começou com mais uma partilha da Marta comigo, onde ela me contou a ligação que fez durante a noite passada. Assim que nos vimos, eu disse-lhe que a ia levar à praia do sítio secreto. Quando lá chegámos, ela disse que aquele sítio lhe era familiar. Parecia-lhe mesmo a praia para onde ela ia quando fazia reiki, ao que eu respondi que era normal, que os dois eram o mesmo sítio. Aquilo que disse do acaso... exacto, definitivamente não existem aqui acasos. Ela disse que depois lembra-se de ter sonhado com eu apresentar-lhe alguém e deve ter sido premonição já que hoje, em conversa com o Paulo, combinámos, caso ele pudesse, ir ver um filme. Apesar de não ter mostrado reservas, todos aqueles receios da junção dos mundos voltaram ao de cimo. Secretamente desejei que tal não acontecesse, que fosse noutro dia. Andei o dia todo sem energia e a sentir-me apático. Senti-me mesmo lento, sem o fulgor que nos dias anteriores e só posso associar à palestra de amanhã, à massagem, ao domingo ir fazer uma reportagem e de manhã ir à minha ou nossa, nova, futura, casa e claro a mais isto do cinema. Quando o Paulo me confirmou que íamos mesmo ao cinema, acabei por encontrar um novo ânimo e ver o lado positivo. Quero tanto que tudo corra bem, que só a mera hipótese de correr mal é razão para querer que não aconteça. A opinião do Paulo é importante para mim assim como a da Marta. Uma eventualidade onde as coisas não corram bem entre nós três é algo que não quero experienciar.
Obviamente que correu tudo bem e julgo que passámos um bom momento onde todos gostaram de todos. Serviu para nos distrairmos e recarregar baterias, tanto para mim como para ela, que também tem andado atulhada de trabalho. Menos uma coisa no caminho... agora já só tenho de sofrer com a massagem e com a palestra. Gostava de viver numa altura em que estes desvios, positivos, tenho que salientar, da rotina não me causassem ansiedade.
sábado, 31 de maio de 2014
29-05-2014
Conforme me aproximo de Sábado mais nervoso vou ficando, mas não é só a meditação ou o facto de fazer uma massagem antes - fico sempre nervoso antes de uma massagem, principalmente quando fico algum tempo sem a fazer. Nem são as mudanças, arranjar as mobílias para a casa sem muito dinheiro para gastar, nem são os próximos concertos, nem são as questões do trabalho, nem o facto de querer treinar e ver as coisas do curso da leitura de aura, nem todas as mudanças que aí vêm. Não é isso... não é SÓ isso. É tudo junto. É nestas alturas em que me apetecia fumar um charro apenas para ver se consegui relaxar. Este stress lento e a capacidade da minha mente de dispersar juntos fazem uma parelha imbatível para me lixar o juízo. A questão é que, ao contrário do que aconteceu duas semanas atrás, este nervosismo é mais miudinho, mais disfarçado. Algo que nem dou conta, apenas quando os pensamentos confluem para todas estas questões constantemente. E depois o dizer que tudo se resolve, que tudo vai acontecer pelo melhor, que tudo o que precisar vou conseguir encontrar. Se não for à primeira, será à segunda, mas tudo se vai resolver. É algo que a minha mente não está habituada a ouvir mas que até agora tem resultado relativamente bem. Por outro lado também me custa ver e sentir a minha mãe a querer-me ajudar e não ter meios como. Fico feliz por não colocar esse peso em cima dela, já que ela não precisa da minha ajuda para isso. Apesar de todas as coisas que precisamos, não sei porquê, não estou preocupado - haja alguma coisa que não me preocupe - apenas quero ver as coisas a avançarem. A impaciência cresce em mim, cada vez mais, de dia para dia. O meu único refúgio tem sido estar com a Marta, os momentos em que estamos juntos, mesmo aqueles que não tenho consciência. Aqueles em que as nossas almas se cruzam. Esta manhã ela contou-me mais uma ligação de alma fez comigo. Já estava à espera dela como quase sempre e quando a vi fiquei super-entusiasmado e levei-a a correr para a casa da árvore, onde depois de subirmos, fomos para o meio da cama onde nos sentámos numa espécie de posíção de lótus, virados de frente para o outro. Ficámos assim por alguns momentos, sem dizer nada, apenas tocámos no rosto um do outro. Entretanto peguei na mão dela e disse-lhe que tinha algo para lhe mostrar. Coloquei a minha mão no meu peito e foi como se visse o meu coração, que do seu interior saiu o pássaro azul que surgiu na primeira ligação. Disse: Isto representa o amor que tenho por ti e aquilo que tenho dentro do meu coração. Ela fez o mesmo e também saiu um pássaro azul do coração dela, lembrando-se apenas da última coisa que diz, antes de adormecer:
Também te amo muito.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
28-05-2014
A Marta veio cá jantar, como tem sido já costume às quartas-feiras e fiz-lhe uma surpresa com o contrato de arrendamento da nova casa. As coisas parece que estão a andar em câmara lenta para aquilo que temos expectativas, mas estas pequenas coisas ou pequenas barreiras servem-nos para lembrar que isto não é um sonho, é mesmo a realidade. Olhando para trás, nem acredito que apenas namoramos à coisa de um mês e meio. Olhando para trás, parece tudo incrível como as coisas foram-se desenrolando e em como a vida trouxe-nos, tanto a mim como a ela, outras tarefas outras coisas para que nos ocupasse a cabeça e não ficássemos só de mente fixa nisto. Não que isso mude algo, porque acaba sempre por ser algo que nos faz ansiar pelo futuro.
Só de pensar num momento em que vamos estar à vontade para nos mimarmos... acho que nunca senti com nenhuma mulher aquilo que sinto com ela. Sem pedir, sem exigir, ela preenche perfeitamente todas as carências que sempre senti, mesmo quando namorava. E ter algo assim é tão precioso que até tenho medo que se parta.
terça-feira, 27 de maio de 2014
27-05-2014
Hoje o dia começou com mais uma descrição de uma ligação à minha alma por parte da Marta. Aliás, até foram duas.Na primeira, estava a colocar vários cristais à volta dela - e por falar nisso, ainda não peguei na categorização do meu kit de cristais - e na outra apareceu um deus hindu, que ela disse que tinha pele azul. O único que estou a ver que encaixe na descrição julgue ser Shiva, deus da destruição, representando a morte e a mudança mas que também representa a destruição do ego, a falsa identificação com o ego
ou com a forma. Significa o cortar com velhos hábitos ou apegos. De certa forma faz todo o sentido, a mudança, a indicação da mudança e ao mesmo tempo a protecção - coisa que ela diz que sentiu quando estava a colocar os cristais à volta dela. Quando falamos na minha hora de almoço, ela disse-me que foi ver mais significados para Shiva e também indica a união do homem e da mulher. Pedi a ela para fechar os olhos, até como uma forma de puxar pelo poder de visualização dela, para ver o que sentia ser a mensagem e o que ela disse, imediatamente depois foi "união e protecção".
E por falar em mudança, já tenho na minha mão os contratos de arrendamento. Amanhã, quando ela vier cá, pode assinar e mais uma etapa cumprida. Acho que em quando as pessoas à minha volta - as que sabem - se calhar até pensam que isto está a andar muito rápido, para mim parece que é em câmara lenta, mas pronto... já sabemos que parte é que isso representa que está e precisa de continuar a ser trabalhada, não é...?
segunda-feira, 26 de maio de 2014
26-05-2014
Custou-me voltar hoje ao trabalho. Não é que quisesse continuar a praticar leitura de aura mas apenas porque não me apetecia estar lá, acho que precisava de mais um tempinho para mim para as minhas coisas. O meu entusiasmo por lá não foi grande coisa, nem o entusiasmo nem a energia com que ataquei o que tinha para fazer. Depois também comecei a ser atacado por ansiedade novamente, quando pensei no estudo que quero dedicar ao curso, naquilo que quero rever antes da meditação e palestra desta semana e depois de todos os preparativos que tenho que fazer para começar a fazer as mudanças - pensar nos móveis que faltam, naquilo que se tem que comprar e depois ao mesmo tempo pensar nas reportagens. Senti-me a perder os sentidos outra vez de tanto andar com a cabeça andar à volta. Não sei se a Catarina pressentiu isso ou não mas ela pediu-me à tarde para ver a minha rosa, só naquela do treino coisa que eu fiz. Então a rosa que eu vi - que até poderia passar por tal ao longe e num mundo da Lego, foi uma vara de metal a segurar um globo de pedra a rodar depressa. Para responder à pergunta fatídica e que mais me custou a ouvir este fim de semana - "e o que é que isso quer dizer?" - surgiu-me várias sensações. Que o equilíbrio entre o meu mundo é muito fino mas que pelos vistos até estava a ser conseguido. Depois que o mundo é pesado porque eu o faço assim e o facto de não parar quieto também é indicação que a minha cabeça não pára, que a mesma viaja pelo mundo, mas ao mesmo tempo, foi uma boa sensação, porque também fiquei que o meu mundo não está estagnado. Está a andar.
Já não é a primeira vez que isto acontece mas quando tento ver uma rosa aparece-me tudo menos isso. Tenho a sensação de que leitura da rosa vai ser apenas o ponto de partida para muitas outras formas de visualizar. Para mim é óptimo, venham elas.
Acho que também serviu para me acalmar, ter consciência deste facto. Deu-me calma para voltar à velha e infalível fórmula do... um de cada vez, por favor.
25-05-2014
A primeira coisa que fiz hoje foi votar. Acho que foi das poucas vezes em que fiz com gosto e com questão de votar. Não me recordo de ter votado com total convicção de acreditar na pessoa em quem estava a votar. Fez-me ter um sentimento de dever cumprido. Independentemente do meu candidato ter ganhou ou não, fico com a sensação que fiz aquilo que tinha de fazer, sem interessar o resultado. Se todos agíssemos assim, de certeza de que teríamos um mundo bem diferente.
Ontem esqueci-me de dizer algo. Nem foi ontem, aconteceu na sexta. Estávamos a ver um filme e a Marta sentiu uma presença ao seu lado, alguém vestido de branco a quem ela associou como sendo um guia. E depois viu umas mãos a passarem a aconchegarem-me a cara. Eu não dei conta de nada e a Marta só me disse mais tarde porque tinha calhado em conversa e ganhou coragem para dizer - ela ainda tem um certo receio de contar o que vê e sente, mas espero que as minhas reacções a vão libertando do peso desse medo. Ela viu umas mãos do que parecia ser uma pessoa de idade e eu associei imediatamente à minha avó, coisa que ela depois me confirmou. Estive a contar-lhe como era a nossa relação que apesar de ser conturbada, também era representativa do amor que tínhamos um pelo o outro.
Hoje o curso ainda fluiu melhor que ontem, além de se notar que tivemos mais facilidade em ver, também notou-se alguma facilidade em interpretar. Claro que a presença da Catarina e a sua ajuda revelou-se fundamental. As informações partilhadas também foram muito interessantes e representativas da fase em que estamos a viver. A mais curiosa, ou pelo menos uma delas, foi que quando a Marta estava a ver a minha rosa, viu uma folha azul (acho que era azul) e dentro dela tinha uma casa de madeira numa árvore. Ainda pensei que foi a nossa casa e estive para perguntar mas depois algo me disse que era melhor continuar apenas a ouvir. Lá dentro da casa, ela viu troféus de caça, pendurados nas paredes. Cabeças de animais e no chão estava a pele de um urso. A casa estava vazia mas não estava abandonada. Estava bem arrumada. A Catarina pediu-lhe para ela avançar para um momento no tempo em que estivesse lá alguém e estava um senhor anafado, que é um dos seus guias. Quando ela já estava a vir embora de lá, a Catarina lembrou-se de pedir para perguntar a razão dele estar ali ou em que medida é que o guia dela a estava a ajudar ao que ele respondeu que era para trabalhar o desapego aos animais e que era através de mim que isso ia acontecer. Por esta não esperava. Sempre julguei que seria ela a aproximar-me dos animais e não o contrário. Provavelmente vamos fazer o caminho inverso até estarmos os dois equilibrados. Mais uma das coisas que nos completamos. Por acaso ontem a Catarina referiu isso mesmo como conclusão que tínhamos visto e faz-me todo o sentido. Aquilo que não temos em comum, compensamos por opostos e a harmonia é tão grande que até arrepia.
Ah, já me esquecia. Hoje fizemos uma surpresa à Catarina. Pedi à Marta para comprar umas bolas de berlim, para dar um miminho à Catarina já que ela fazia anos e passou o dia connosco. Ela gostou bastante e acho que não esperava nada. Acho que a intenção foi bem recebida e teve o objectivo atingido. Gostei muito da interacção que tivemos os três e acho que elas duas gostaram bastante uma da outra. Mais um acontecimento a provar que a minha teoria dos mundos a colidirem está completamente desfasada e desactualizada.
24-05-2014
Esqueci-me de referir ontem que houve desistências no curso. Engraçado como se tudo processou em relação a este curso. A leitura de Aura. Comecemos então pelo início. A Tatiana falou-me da leitura de aura, eu fiquei com curiosidade, na altura da primeira vez que a Catarina acabou comigo. Uma outra amiga minha, a Carla, falou-me numa amiga dela que também fazia. Tentei essa primeiro, enviei um mail do qual nunca tive resposta. Tentei a pessoa que tinha feito a leitura à Tatiana e tive resposta. Fui fazer, fiquei esmagado pela quantidade de informação que recebi. Mostrei à Catarina. A Catarina foi fazer. A Catarina decide fazer curso de leitura de aura. Fico tentado a ir mas na altura estava com o curso das massagens, não tinha a verba disponível e sabia que se o fosse fazer, seria pelas razões erradas. Depois de muitas peripécias, convenço a Catarina a fazer curso da leitura de aura, existem quatro pessoas interessadas, talvez cinco, uma delas a Tatiana. O início do curso foi adiado muitas vezes, mas uma das primeiras foi porque eu só estaria pronto no início do ano seguinte, este ano 2014. No final de janeiro, eu e a Catarina chateamos-nos e o que alguém me disse - acho que foi a Sofia - foi que ela não tinha vontade de me dar o curso. acredito que na altura isso fosse verdadeiro, eu próprio não tinha vontade dela me dar curso. Aquilo que eu acho que estava a impedir, durante algum tempo, o que provocou o adiamento, era o meu apego a ela. Apesar de estar para trás das costas aquilo que sentia por ela em termos amorosos, na verdade ainda estava apegado à sua presença, à sua ajuda. Como uma muleta da qual não me queria desfazer. Acho que era por isso que o curso foi adiado, acho que era por isso que não estava pronto. Também me faz sentido por aquilo que acusava o namorado dela, de ser ciumento e possessivo, fosse de alguma forma o que estava a passar. Uma espécie de reflexo em ponto pequeno. Eu sempre senti que ia fazer parte da vida da Catarina para sempre, inicialmente de uma forma amorosa, mas depois que decidi seguir em frente - por alturas em que conheci a Ana - como um amigo sempre presente. Quando ela começou a namorar fiquei contente por ela mas aos poucos comecei a ressentir-me por saber que ele não me via da mesma forma como o via a ele. Acho que não estou habituado a que não gostem de mim e isso torna-se mais surpreendente quando se trata do namorado da minha melhor amiga. A reacção dela também me magoou. Talvez tenha feito algo que tenha sido sentido como um ultimato, ou eu ou ele, mesmo não sido isso que queria. Apenas não percebia, e não percebo, porque é que tem que haver uma escolha. De qualquer forma, durante grande parte desta primeira metade do ano, não tinha vontade de fazer o curso, nem sequer de estar na presença dela.
Até que apareceu a Marta. E tudo mudou. Não radicalmente, não da noite para o dia, mas a ajuda que ela me deu e a paz que me trouxe... fez-me... fez-me caminhar por brasas descalço, sem me aperceber que o estava a fazer a não ser no final. E quando me apercebi, não me queimei. Além de ter-me desapegado da dor que implicou toda esta questão mas mais que da dor, pela mágoa e ressentimento perante a Catarina, também fez com que me apaixonasse e sentisse uma série de coisas novas para mim, como a paz. Duradoura, constante. De uma vontade de fugir de tudo o que implicava a Catarina passei para uma indiferença. Não com desprezo, mas com amor. Indiferença para com aquilo que tinha passado, indiferença para com o seu namorado, indiferença para com o meu apego, indiferença perante todas as questões kármicas que marcaram a nossa relação. E isso libertou-me e tornou tudo bem mais fácil, o que fez com que uma data para o curso fosse finalmente marcada. As cinco pessoas que estavam em vista e pelas quais os cursos foram diversas vezes adiados... duas desistiram. Por outro lado, a Marta mostrou-se interessada, depois de eu sentir que fazia todo o sentido ela ir. Ficaríamos quatro. Eu, a Marta, a Tatiana e o Nando, o irmão da Catarina. Ontem à noite soube que nem a Tatiana, nem o Nando iriam.
Deram-se estas voltas todas e fiquei apenas eu e a Marta, por isso, acho que eu estava mesmo à espera dela. Sei que as coisas que são importantes para nós, vêm do interior, mas tenho a certeza absoluta que isto era para ser partilhado por nós dois, que seria um caminho que faríamos os dois juntos e de uma certa forma poética e romântica, foi isso mesmo que aconteceu. Estivemos ambos à espera um do outro. Para amar e para o nosso caminho espiritual que neste momento, e espero que por muito tempo, converge um no outro.
E tudo correu muito bem, sendo que acho que não foi estranho estarmos os três juntos, foi um ambiente de puro amor e amizade. Pelo o que senti, tanto a Catarina gostou da Marta, como a Marta da Catarina e apesar de todo o nervosismo envolvido, tanto da Catarina pela responsabilidade de dar o curso, como da Marta pelo facto de mexer com algo que ela durante muito tempo abafou por medo da reacção das outras pessoas, acho que tudo fluiu muito bem. Partilhámos histórias e aprendemos muito e finalmente, eu conseguir ver algo, após algum esforço conseguir ver. Não é da forma como eu pensava que seria mas o facto de ter ido sem expectativas, pela primeira vez, acabou por ajudar de forma decisiva.
Foi um excelente dia mas agora estou de rastos. A Marta saiu daqui há pouco, estou à espera que chegue a casa, e ela também ia exausta. Nestas alturas só me dá vontade que ela fique aqui, mas também isso é uma questão de tempo. Amanhã continuamos.
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