quinta-feira, 29 de maio de 2014

28-05-2014

A Marta veio cá jantar, como tem sido já costume às quartas-feiras e fiz-lhe uma surpresa com o contrato de arrendamento da nova casa. As coisas parece que estão a andar em câmara lenta para aquilo que temos expectativas, mas estas pequenas coisas ou pequenas barreiras servem-nos para lembrar que isto não é um sonho, é mesmo a realidade. Olhando para trás, nem acredito que apenas namoramos à coisa de um mês e meio. Olhando para trás, parece tudo incrível como as coisas foram-se desenrolando e em como a vida trouxe-nos, tanto a mim como a ela, outras tarefas outras coisas para que nos ocupasse a cabeça e não ficássemos só de mente fixa nisto. Não que isso mude algo, porque acaba sempre por ser algo que nos faz ansiar pelo futuro.
Só de pensar num momento em que vamos estar à vontade para nos mimarmos... acho que nunca senti com nenhuma mulher aquilo que sinto com ela. Sem pedir, sem exigir, ela preenche perfeitamente todas as carências que sempre senti, mesmo quando namorava. E ter algo assim é tão precioso que até tenho medo que se parta.

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