A Catarina e mais dois colegas foram visitar duas lojas do norte e ficámos reduzidos a metade. Normalmente é algo que não gosto, fazer o trabalho dela, mas desta vez nem me lembro de pensar em resistência quanto a esse facto. Não se se foi por causa disso mas o certo é que o dia foi tranquilo, mesmo pacato. E fiz as coisas dela com uma perna às costas e tudo correu sem sobressaltos e sem stress. Mais ainda do que quando os meus colegas estão cá.
A Marta fez mais uma ligação à minha alma.Estivemos mais uma vez juntos no nosso sítio secreto. Estávamos junto ao lago a rodopiar de mãos dadas como duas crianças depois demos um salto para a água de mãos dadas. Mergulhámos de roupas vestidas e ficámos dentro da água agarrados um ao outro, num longo abraço a trocar beijos. Depois disso fomos para a relva a continuar nos carinhos, com um sentimento de paz e amor inacreditáveis. Normalmente quando são estas ligações, eu já estou à espera dela. Ela diz que é como se estivesse a chamar por ela. Apenas houve uma vez em que eu não estava lá e que ela ficou a brincar com os anjos. É engraçado mas há um lado dela que é completamente, tal como numa criança. Não é que ela seja infantil, pelo contrário, tem um sentido muito forte de responsabilidade, mas tem uma leveza que me refresca, que me recarrega as baterias.Uma leveza que me faz falta, na minha luta por ver tudo de uma forma séria. É mais uma forma dela me completar.
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