Alívio enorme. Mais que alívio, uma sensação de libertação. A palestra correu muito bem, fluiu, não da forma que tinha idealizado mas talvez da forma que deveria ter corrido. Foi um bom treino para as minhas capacidades de comunicação e sem dúvida uma enorme prova daquilo que sou capaz, apesar de estar fora da minha zona de conforto - embora o falar das minhas paixões seja cada vez mais dentro da minha zona de conforto. Existiram alguns momentos de tensão, principalmente antes de começar, em que senti que me estava a perder no meio da ansiedade e de algum pânico que estava a surgir, mas consegui focar-me no presente e nas minhas capacidades. De alguma forma, usei o que estava ao meu alcance para conseguir a paz necessária para não ceder ao stress e consegui e tudo correu bem. O principal objectivo era dar a conhecer às pessoas sobre a Ayurveda, e obviamente atrair mais clientes para as terapias. Não sei se terá efeito a longo prazo, mas foi bastante gratificante de qualquer forma. Mais gratificante foi sentir a presença da Marta ao meu lado durante a palestra e a própria meditação. O seu poder fantástico de visualização esteve a funcionar novamente, como eu esperava e eu próprio consegui ver algumas coisas. Quando fomos ter com a grande Fraternidade Branca, na meditação claro, vi um salão medieval, ao estilo do Senhor dos Anéis onde estava a grande Fraternidade Branca reunida e nós, as pessoas da meditação, estávamos perante eles, rodeados pelos nossos guias. A outra imagem que tive foi de enviarmos energia, todos os presentes da meditação, para o planeta Terra. Estávamos todos de mãos dadas, acima do planeta a enviar energia. Já quanto à Marta, ela viu a entidade que nos estava a orientar na meditação, estava no centro da sala. Várias outras pessoas sentiram também uma lufada de ar fresco - por acaso não senti nada disso, apenas calor, muito calor. A Marta também viu a receber energia em forma de muitas cores, as cores do arco-íris e depois a enviar. Houve mais coisas que sei que ela viu mas não quis partilhar, por receio talvez. A D. apercebeu-se disso e ainda insistiu mas ela apenas sorriu e disse que depois eu contava, caso houvesse mais alguma coisa. Foi muito bom ter ido com ela, ter visto e sentido que ela gostou do espaço e que gostou das pessoas. Como eu já disse muitas vezes, sinto-me muito bem ali e ter levado lá a Marta, só reforçou esse bom sentimento.
Depois de acabada a meditação, fiquei com uma fome tal que tive que ir comer algo mais que uma sopa. Fomos ao meu restaurante preferido que só serve frango e comi até a barriga quase rebentar. A Marta não comia frango há mais de dez anos... e quebrou o jejum por minha causa, mas aquele frango também é o melhor do mundo. Não deixo de me sentir culpado às vezes, supostamente deveria ser ela a puxar-me para comer comida saudável e não eu o inverso. Mas é que aquele frango é mesmo bom... e também só vou lá de seis em seis meses. Depois do stress todo, acho que merecia o miminho.
Depois de acabada a meditação, fiquei com uma fome tal que tive que ir comer algo mais que uma sopa. Fomos ao meu restaurante preferido que só serve frango e comi até a barriga quase rebentar. A Marta não comia frango há mais de dez anos... e quebrou o jejum por minha causa, mas aquele frango também é o melhor do mundo. Não deixo de me sentir culpado às vezes, supostamente deveria ser ela a puxar-me para comer comida saudável e não eu o inverso. Mas é que aquele frango é mesmo bom... e também só vou lá de seis em seis meses. Depois do stress todo, acho que merecia o miminho.
Sem comentários:
Enviar um comentário