terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

25-02-2014

Incrível a quantidade de coisas que quero fazer durante um dia e a quantidade de coisas que tenho de deixar para trás... gostava sinceramente de que o meu dia tivesse 48 horas ou então que não precisasse de dormir, mas esse é um caminho perigoso, no qual já trilhei vezes demais. De qualquer forma, e mais uma vez, é tudo sobre o equilíbrio, é tudo sobre escolhas. Acho que na minha mudança de vida, tudo passa por aí. Prioridades. Sendo eu sozinho é mais difícil de ter prioridades, porque eu sou péssimo a escolhê-las. Quando a vida nos ajuda, torna-se mais fácil, partindo do principio que as aceitamos, claro. Mesmo assim, são dez e meia da noite e eu ainda tenho tantas coisas que quero fazer e tantas coisas que vou deixar para amanhã, tal como aconteceu ontem. Estou a falar disto não de um ponto de vista de frustração. Apenas gostava de fazer estas coisas, mas se calhar não lhes estou a dar importância o suficiente para as colocar à frente das rotinas. Uma coisa que reparei é que desde que este ano começou, as rotinas têm sido destruídas ou abaladas. Destruídas não, mas abaladas sem dúvida. Concertos para fazer reportagem à última da hora, terapias repentinas, alterações de planos para ir aqui ou ali, outros planos cancelados. E a minha resistência é progressivamente menor. Engraçado, nem sequer tinha reparado nisso...

Não deverá ser alheio o facto que o trabalho e a sua rotina me estejam a causar confusão e comichões interiores. Algo para reflectir na meditação desta noite.

Sem comentários:

Enviar um comentário