A noite de hoje foi mais positiva, mas mesmo assim, não sinto que tenha descansado o suficiente. Mesmo assim, não falhou o meu reiki semanal - que não fiz a semana passada em Beja. Foi a primeira vez que fiz ao lado de outra pessoa, que por acaso depois até se juntou a mim. Ela fez reiki e quando o estava a fazer acabou por se ligar à minha alma. Então estávamos os dois num palácio, o mesmo onde estivemos com os mestres e guias nas duas últimas meditações que fizemos. Nesse palácio, estava uma árvore com um tronco muito invulgar mas bonito, pela descrição da Marta. Demos sete voltas à árvore, até que na sétima, do tronco abriu-se uma porta, na qual entrámos e de baixo vinha uma luz brilhante que subia aos céus. Uma luz que vinha de uma flor branca, tal como a luz. E não sei porquê, associei isto ao nosso filho. Era para não lhe dizer nada mas acabei por partilhar com ela. A resposta dela foi de que não tinha medo. De certa forma tranquiliza-me e incomoda-me ao mesmo tempo ser o único com receios e incertezas quanto a esta questão da paternidade. Sempre desejei muito. Se tudo tivesse seguido com o planeado, o meu filho ou filha já teria neste momento treze ou catorze anos. Ora aí está algo difícil de imaginar.
A dor da garganta tornou-se apenas uma impressão mas agora veio o muco e estou tão farto de me assoar... com um calor destes ainda por cima...
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