Aquilo de ontem afectou-me mesmo a sério. Quando fiz a meditação com o Arcanjo Miguel, a Sofia passou-me a mensagem de que poderiam haver alguns pequenos testes, para testar as suas dádivas, coragem, fé e sentido de justiça. E realmente tive algumas situações que me fizeram sentir levemente cada uma destas dádivas, mas esta situação foi aquela que mais puxou por mim. No final do dia fui lá ver se via alguma coisa, algum sinal do cão, mas não encontrei nada. Definitivamente não será um local que queira visitar novamente. Mais do que um aviso, acho que isto foi uma prova de que as portas da minha percepção não estão tão encerradas como isso. Ou se calhar estão a abrir e que situações destas, que antes as usava como desculpa para me sentir especial, para me sentir como vítima, para o quer que seja, agora sejam ultrapassadas e desvalorizadas. Claro que o raio do cão não tivesse metido ao barulho, seria mais fácil para mim desvalorizar, mas se fosse uma pessoa, pior seria, isto partindo do princípio de que estava lá mesmo uma pessoa e que eu bati realmente num cão. Parece-me que coisas destas vão ser comuns na minha vida e que eu tenho que me habituar a elas. Ou não, ou simplesmente não lhes dar importância, ver sempre a explicação céptica, sem com isso significar fechar as portas da percepção que ando há tanto tempo a tentar abrir.
Mais uma vez, e sempre, é uma questão de equilíbrio. Este sábado vou ter a segunda meditação, com o arcanjo Jophiel, aquele que vai abrir à comunicação com o meu Eu Superior, aquilo que ando à procura desde sempre mas que acabo sempre por bloquear, talvez por querer demasiado e não deixar fluir, por interferência do meu mental.
Sem comentários:
Enviar um comentário