terça-feira, 8 de abril de 2014

08-04-2014

Hoje foi um dia surpreendente. Fui numa visita a uma das nossas lojas, algo que me abominava desde sempre - socialização, contacto com pessoas que não conheço, fora da zona de conforto, etc, etc - e foi mais uma prova como estou cada vez mais confortável na minha pele. Na forma como a minha essência continua cá, continuo a ser eu mas... algo mudou. Atrevo-me a dizer que agora ainda sou mais eu, agora permito-me a ser mais eu. Tive trinta anos a aprender a voar, dei grandes tombos, enormes tombos, tive vontade de não voar. Arranquei as minhas asas com facas, serrotes, colheres, garfos. Mutilei-me até ficar irreconhecível, até não ter forças para me mexer mais. Hoje, estou a voar sem sequer me preocupar com esse facto. Sem saber se estou a fazer bem ou mal, sem olhar para baixo. E corre tudo de forma tão suave. Se fosse uma pintura, não conseguiria dizer onde começa uma e acaba outra. 

Outra coisa engraçada foi ao falar com a Marta sobre a questão da rádio, que depois de enviar o mail, considero como tendo sido deixada para trás - não em termos de importância mas em termos de preocupação - e em como gostaria de me concentrar mais nas terapias (omiti o facto de andar meio alheado de tudo o resto por andar constantemente a pensar nela, mas isso já são outros tantos), recebo a confirmação para uma marcação de uma sessão de Reiki na próxima segunda. Estive também a falar com a Bia, a dona do espaço onde tenho as terapias, para vermos uma forma de potenciarmos as massagens. Fazer um pequeno workshop, uma participação numa meditação. É engraçado que já ando para falar com ela há montes de tempo e hoje, penso conscientemente em fazer algo para avançar neste campo e zás! Realmente... só temos mesmo que pedir.

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